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As Cargas Electromagnéticas Negativas - DESEQUILIBRIO DE ÍONS

POR BLEVY00 – 2012-05-22
PUBLICADO EM: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, AMBIENTE, CHEMTRAILS, PARTICIPAR CONTRA CHEMTRAILS, POLUIÇÃO ELECTROMAGNÉTICA, PROJECTO HAARP, TOXINAS, TOXINAS ALIMENTARES, TOXINAS LABORATORIAIS
As alterações climáticas

Popularmente diz-se “respira-se num ambiente negativo” para confirmar que se está num ambiente desagradável, quando realmente um ambiente com cargas de iões negativos é precisamente o contrário, quer dizer, são as cargas positivas as prejudiciais para a saúde e é fácil de comprovar pois as pessoas asmáticas, antes de uma tempestade ou quando esta se inicia, podem ter um agravamento de asma, uma vez que esta é motivada pelo excesso cargas positivas no ambiente.

Sentimos relaxamento e sensação de bem-estar quando nos encontramos perto de fontes ou cascatas, devido á quantidade de cargas de iões negativos acumulados no ambiente. O ar puro da montanha, o duche em casa, as ondas do mar, ou equipamentos geradores de ozono proporcionam essa sensação de conforto uma vez que impedem a contaminação dos ventos de origem desértica que é famosa pela alteração do comportamento humano.

Os ambientes naturais ricos em iões negativos encontram-se junto ao mar, nos bosques de pinheiros, perto de cascatas e quando se forma uma tempestade com relâmpagos. Basta colocar-se perto de uma cascata para sentir a influência que os iões negativos exercem sobre o nosso estado de ânimo. Um ambiente rico em iões negativos, regra geral, faz com que nos sintamos descontraídos com breves estados de euforia.

As alterações climáticas afetam-nos mais do que pensamos. Não só influenciam o nosso ânimo, como está comprovado, mas incide também na saúde e no bem-estar. Se nos doem as articulações em determinado momento, leva-nos a pensar que vai chover (velho ditado). Não temos nenhum dom específico de adivinhação, mas a humidade influencia todo o nosso metabolismo.

Do mesmo modo, e não é por mera casualidade, sentimo-nos cheios de energia quando sopram ventos frescos e quando começa a Primavera. O clima incide na nossa saúde, no humor, na disposição de sair de casa.

No século passado, iniciou-se um estudo mais profundo da relação entre os fenómenos climáticos e certas patologias, como o glaucoma, os transtornos cardíacos e circulatórios, cólicas renais e hepáticas e as alterações anímicas, como melancolia, desanimo e angustia. A investigação científica atual permitiu confirmar que as alterações climáticas coincidem com um aumento de doenças e de suicídios, crimes violentos e outras manifestações relacionadas com o comportamento e atividades humanas.

As cargas elétricas na atmosfera

O ar, como toda a matéria, é composto por moléculas. Cada molécula tem um núcleo formado por portões de carga positiva, rodeados de eletrões de carga negativa. A natureza trata de conseguir um equilíbrio entre os eletrões e os protões. A interação constante entre estas duas forças do universo, opostas e por vezes harmoniosas, representadas no oriente por yin e yang, produzem-se mesmo ao nível celular.

Um eletrão (carga negativa) é 1.800 vezes menos denso que um protão (carga positiva) e é facilmente eliminado através da contaminação. Os iões positivos abundam no ar contaminado e duplicam-se por fricção, o qual pode perturbar os iões negativos. O equilíbrio entre os iões é muito importante, ao ponto de que sem estes não sobrevivermos.

Na Rússia, um grupo de científicos experimentaram criar animais pequenos (ratos e coelhos) em ambientes sem iões – todos os animais morreram em poucos dias. Cientistas de outros países demonstraram que a alteração do equilíbrio natural dos iões é prejudicial ao bem-estar físico e emocional nos seres humanos A conclusão de numerosas investigações feitas em todo o mundo e relatadas em mais de 700 documentos científicos, demonstram que um excesso de iões negativo é benéfico.

Dentro de residências típicas de Tóquio, os iões positivos foram encontrados cerca de 500 vezes mais numerosos do que os iões negativos. Estes resultados podem ser devido a uma ventilação inadequada, tanto em edifícios de escritórios e de energia – casas eficientes, bem como a utilização de dispositivos eletrônicos que geram campos eletromagnéticos e de materiais de construção, que emitem formaldeído e outros vapores tóxicos. Por outro lado, os altos níveis de iões negativos, como a cachoeiras, águas termais e em outras áreas de elevada umidade, irá neutralizar os iões positivos, levando os mesmos a níveis muito baixos.

Além disso, nos últimos dados médicos no Japão relatam a existência de altos níveis de iões positivos no ambiente devido aos campos eletromagnéticos gerados a partir de computadores, wireless, telefones celulares e outros aparelhos eletrônicos, que podem prejudicar a função cerebral e enfraquecer o sistema imunológico, levando para uma série de doenças. Os sintomas incluem dores de cabeça, falta de energia, fadiga, ansiedade, irritabilidade, náuseas, dor de estômago, dificuldade para respirar, tontura rotatória (vertigem), falta de concentração e do desempenho mental, e distúrbios do sono.

Os iões positivos transformam-se em radicais livres no organismo, oxidando as células em todo o sistema. Eles danificam as células saudáveis e aumentam a acidez do sangue. Quando as células são oxidadas os níveis de ácido lático sobem drasticamente resultando em uma variedade de doenças. O equilíbrio dos sistemas endócrino, imunológico e nervoso autónomo é destruído e diminui a circulação sanguínea e linfática. Como resultado, aceleram os processos de envelhecimento… e o envelhecimento precoce ocorre.

Nada é natural quando acaba mal…

Iões carregados positivamente na atmosfera são a principal causa de muitos dos principais problemas de saúde do ser humano, da terra e da biodiversidade, associada com os aerossóis lançados por aviões militares dos EUA e UK que lançam sais de bário, alumínio e outros metais pesados sobre as pessoas e agriculturas em quase todos os países do mundo. Pouca ou nenhuma consideração tem sido dada à questão de íons positivos / negativos por aqueles que gerenciam os projetos atmosféricas, conhecidos por “Chemtrails”, projeto “Solar Radiation Management” flights (SRM) , “Case Orange” ou projeto “Coverleaf”, entre outros nomes. Acresce-se a isto naturalmente as emissões HAARP (emissões de cargas de radiação eletromagnética).

Os iões negativos não estão presentes em números normais no planeta atualmente, porque as condições que geram iões negativos têm estado a ser limitadas, como resultado das atividades de projetos militares e de governos na atmosfera.

O que são os iões?

Os iões são partículas invisíveis, quer de moléculas ou átomos, que carregam uma carga elétrica. Os átomos, por exemplo, consistem de um núcleo atómico que contém neutrões neutros e protões positivamente carregados, bem como eletrões que são carregados negativamente. Quando um átomo está em estado neutro, o número de protões (+) e eletrões (-) é igual. Quando o número de protões e eletrões não são os mesmos, a partícula torna-se num íon, quer seja carregado positivamente ou negativamente. De modo geral, os iões positivos são prejudiciais ao corpo humano, enquanto os iões negativos são benéficos.

Ião Positivo: um átomo (ou molécula) que perdeu um ou mais eletrões devido a um impacto de alta energia.

Ião Negativo: um átomo (ou molécula) que ganhou um ou mais eletrões carregados negativamente.

O equilíbrio de iões negativos e positivos é crucial para a saúde

No início do século 20, a proporção na atmosfera era de 1,2 iões negativos para cada íon positivo. No entanto, nos últimos anos, a proporção se inverteu e agora são 1,2 iões positivos para cada íon negativo. Isto é devido aos riscos ambientais, como poluição do ar e da água (dos quais os Chemtrails serão dos principais responsáveis), campos eletromagnéticos, e outros fatores poluentes.

Como mencionado acima, o equilíbrio de iões negativos e positivos no ar é facilmente perturbado. Um bom exemplo disto pode ser visto nas alterações dos níveis de íon associado com a atividade de tempestades. Várias horas antes de uma tempestade, por exemplo, a baixa pressão atmosférica faz com que o número de iões positivos no ar aumentem dramaticamente, para níveis por vezes superior a 5000 iões por cm³. Em contraste, durante uma tempestade, os iões negativos aumentam a vários milhares por cm³, enquanto diminuem os iões positivos – muitas vezes abaixo de 500 por cm³ (poderá detetar de forma semelhante altas concentrações de iões negativos próximo de cascatas).

Na nossa vida diária, podemos experimentar diretamente a energia de iões no ar em forma de eletricidade estática – especialmente no inverno, quando o ar está seco. A eletricidade estática é causada por uma alta proporção de iões positivos para os iões negativos por causa da falta de humidade no ar.

Os iões negativos são extremamente benéficos para o metabolismo de uma pessoa como um meio de melhorar o comportamento humano. Eles atuam num complexo mecanismo para provocar reações hormonais e bioquímicas no corpo e no cérebro.

Existem atualmente no mercado vários purificadores de ar e ionizadores ambientais de qualidade que conseguem equilibrar os iões negativos em espaços fechados.

Como afeta a sua saúde?

Os iões positivos ou a falta de iões negativos podem causar a síndrome da hiperfunção da serotonina ou o “síndrome de irritação”, que envolve insónia, irritabilidade, tensão, enxaquecas, náuseas, palpitações, ondas de calor com suor, tremores e tonturas. Os idosos tornam-se deprimidos, apáticos e extremamente cansado. Os níveis de stress aumentam…

Normalmente, as perturbações do humor nos seres humanos (depressões) são eficazmente tratadas com uma panaceia de fármacos que bloqueiam especificamente a recaptação da serotonina, como por exemplo a fluoxetina (Prozac) e Zoloft, entre outros. Isto sugere que os iões negativos podem desempenhar um papel nestas condições e que as mesmas podem ser seguramente utilizadas como terapia..

Diz-se que 2% do oxigénio que respiramos transformam-se em radicais livres no nosso corpo. Quando esses radicais livres se combinam com os radicais livres produzidos por outras fontes (tais como metais pesados, produtos químicos, bactérias, vírus e os íons positivos) tornam-se ainda mais prejudiciais. Os iões negativos trabalham para evitar a oxidação, neutralizando os radicais livres nas células. Como resultado, as células são revitalizadas e a imunidade e resistência são reforçadas. Os iões negativos podem também trabalhar para equilibrar o sistema nervoso autónomo e melhorar a função gastrointestinal. Eles podem relaxar o corpo e a mente, promover o sono profundo, aumentar o metabolismo, apetite e estabilizar a pressão sanguínea, melhorar a recuperação do cansaço físico e ajudam a sentir-se renovado e revigorado. Os íons negativos são essenciais para a saúde global.

Antes de uma tempestade, a concentração de iões positivos torna-se três vezes mais do que a quantidade de iões negativos. Adultos, crianças e animais reagem com irritação às intempéries, assim como poderá deixar os seres humanos mais propensos a doenças ou a acidentes, erros estúpidos, e irracionais, impaciência e irritação, pela presença de anormal subida de iões positivos. A lua cheia aumenta os níveis de iões positivos, o que explica o comportamento estranho e agressivo observado por estatísticas na polícia e nos serviços médicos. Estudos demonstram que 75% da população é visivelmente e negativamente afetada por subidas de iões positivos, enquanto o aumento iões negativos tendem a ter uma influência calmante sobre essas mesmas pessoas.

Alguma vez já se questionou por que é que você se sente irritado, nervoso, tem dores no corpo ou dores de cabeça, e parece muito ansioso durante esse momento, um pouco antes de uma tempestade? A falta de iões negativos e um excesso de iões positivos são os responsáveis. O início da tempestade produz um desequilíbrio de iões no ar antes de quedas de chuva ou da neve acalmarem o ambiente.

Há uma quantidade impressionante de evidências que liga a pressão barométrica baixa antes de tempestades ao comportamento errático. Este é o momento em que os iões positivos no ar superam os iões negativos, numa proporção de mais de 3-1. Nestes períodos existem mais tentativas de suicídio, maior número de acidentes graves ocorrem nas estradas e nas fábricas, e existe também uma elevada incidência de desmaios de pessoas. Uma análise dos registos de cerca de 2000 alunos de escolas públicas demonstrou que os seus rácios de “conduta” cederam visivelmente antes de uma tempestade.

Iões positivos incentivam um aumento de desconfortos físicos que vão desde dores de cabeça e náuseas às familiares pontadas reumáticas que antecedem as tempestades. Mesmo a taxa de cicatrização de feridas é retardada, enquanto o risco de infeção acelera. A tensão e a depressão são certamente mais comuns.

Por outro lado, o ar com iões negativos – quando o clima é bastante confortável – não só estimula o moral, mas na verdade alivia certas doenças cronicas. Experiências com ionização negativa mostraram melhoras acentuadas em pessoas que sofrem de pressão alta, asma e febre dos fenos.

Ionização positiva contribui para a quebra de “personalidades bordline” e de doentes mentais. Em dias quentes de verão, quando o índice de iões positivos sobe, mais neuróticos resvalam para a psicose patológica do que em outros períodos, concordam psiquiatras. Crimes sexuais aumentam, como também todas as categorias de crimes de violência, de agressividade nas estradas, assaltos a pessoas na saída de bancos ou multibancos e o furto torna-se um sério problema nas áreas comerciais.

Entre outros aspetos, os ventos ricos em iões positivos, prejudicam o nosso sistema bioquímico e aumentam os níveis de serotonina – a qual provoca irritabilidade e tensão. Designam-se como “ventos das bruxas”, são muito quentes e secos, produzem um aumento da temperatura ambiental e diminuem a pressão atmosférica, criando uma alteração do estado elétrico da atmosfera com a predominância de cargas positivas. Estes ventos exercem uma influência negativa sobre a maioria das pessoas, que se traduzem em dores de cabeça, cansaço, inchaço nas extremidades do corpo, náuseas, e inclusivamente, reações violentas por transtornos de comportamento. Dão origem a importantes transtornos fisiológicos, especialmente nas pessoas que têm um sistema nervoso muito sensível. Os sintomas mais característicos são: agitação, insónias, febres, constipações, transtornos respiratórios e digestivos, crises convulsivas, dores de cabeça, náuseas, irritabilidade e depressão.

Todos estamos expostos aos campos elétricos e magnéticos, tanto no local de trabalho como em casa, desde que produzam transmissão de eletricidade; dos eletrodomésticos aos equipamentos industriais, aos produzidos pelas telecomunicações, pela difusão de rádio, telefonia e televisores. Recordemos que o nosso organismo possui cargas iónicas em contínuo movimento, produzindo pequenas correntes elétricas, prova disso é a deteção de descargas produzidas pelo coração e que são detetadas pelos aparelhos de eletrocardiograma ou pelos impulsos nervosos.

Quando se utiliza um telemóvel, percebe-se as interferências nos aparelhos recetores; rádio, tv, radar, inibidores de frequências e até equipamentos informáticos, apesar de não existirem estudos médicos que comprovem estes efeitos nocivos, as portas estão abertas para esta evidência Tanto os campos elétricos como os magnéticos, induzem tensões elétricas e corrente no organismo.

O que poderemos então dizer do constante bombardeamento de toneladas de químicos lançados pelos projetos de controlo climático e militar designados como Chemtrails, os quais destroem as nuvens naturais e o equilíbrio dos iões na atmosfera? Se algum destes sintomas anteriormente referido o afeta, verifique se ele aparece mais nos dias de maior bombardeamento de rastos químicos… basta olhar melhor para o céu. Gradualmente ao longo dos anos, uma densa camada de químicos envolve cada vez mais este planeta, transformando a atmosfera num enorme plasma através duma nanotecnologia lançada subtilmente por aviões disfarçados de comerciais, em nome da “proteção solar” para “controlo climático”, quando na realidade se trata duma arma militar e económica, que zelam interesses particulares…

O processo da serotonina e seus efeitos

Quando muitos iões positivos estão presentes no ar antes de uma tempestade, a carga positiva é transferido nesse mesmo ar que você respira para os seus pulmões e para o sangue, fazendo com que as plaquetas do sangue libertem um hormónio que afeta fortemente o seu humor, as suas articulações e outras funções fisiológicas no seu corpo. Algumas pessoas apresentam sintomas de artrite. O clima realmente afeta a sua rotina.

Quando o oxigénio é reabsorvido através dos alvéolos do pulmão, as moléculas ionizadas são retomadas como moléculas de oxigénio normais e passam para os glóbulos. Os glóbulos vermelhos do sangue, cuja hemoglobina é oxigenada pelo ar durante a inspiração, recebem também o oxigénio ionizado. A carga negativa é transportada para todo o corpo, enquanto que a carga positiva pode atacar as plaquetas do sangue (trombócitos), que em pacientes sensíveis libertam a sua hormona irritante – a serotonina.

A liberação de serotonina produz secura, ardor e prurido do nariz, obstrução nasal, dores de cabeça, garganta seca e arranhada, dificuldade em engolir, boca seca, tonturas, dificuldade em respirar, e comichão nos olhos. Os iões negativos não produzem esta síndrome da serotonina desagradável, pois eles agem diretamente sobre a enzima respiratória e promovem a respiração celular.

Com base nesses fatos, parece razoável referir que os iões do ar são positivos “libertadores de serotonina” e que uma acumulação local de serotonina na traqueia é a causa imediata de efeito do íon positivo.

Em cada respiração, os iões do ar são realizados no trato respiratório, para serem transferidos dos pulmões para a corrente sanguínea, através dos trombócitos. Se entrarem como parte de moléculas de oxigénio, os iões negativos e iões positivos são transportados pelos seus glóbulos vermelhos. Os iões positivos afetam os trombócitos ocasionando alergias, produzindo a hormona serotonina (5-HT). A serotonina atua como um constritor brônquico e retarda a ação de compensação dos cílios permitindo assim o engrossar da mucosa. Se você for uma daquelas pessoas que sofra de febre dos fenos ou algum outro problema respiratório, poderá perceber que a serotonina agrava a sua condição física. Haverá menos capacidade de limpeza de alérgenos e poluentes no seu trato respiratório do que nos pulmões de outras pessoas.

É esta potente e versátil neuro hormônio serotonina, que é responsável por muitos dos sintomas desagradáveis sofridos por pessoas que respiram um ar ionizadamente positivo na atmosfera. Algumas pessoas, especialmente idosos, podem sentir dificuldade em respirar; poderá surgir o arfar respiratório nos asmáticos, as pessoas reumáticas podem sentir as suas articulações com dores e, em geral, sono menos profundo ou insónia, irritabilidade e tensão. Poderá sentir-se que o cabelo e a pele têm uma “carga elétrica”. Pacientes com enxaqueca podem sofrer com náuseas e vómitos, e distúrbios óticos. Casos cardíacos poderão queixar-se de palpitações ou dor no coração, e de opressão. Mulheres antes da idade da menopausa poderão queixar-se de ondas de calor com suores ou calafrios. Pacientes com a febre dos fenos poderão ter fortes ataques de rinite com conjuntivite, embora isso possa não acontecer na verdadeira temporada da febre dos fenos. Tontura, tremor, e distúrbios do equilíbrio poderão surgir, assim como diarreia e um desejo constante de urinar.

Tudo isso acontece a partir de estimulação da secreção de serotonina pela exposição ao ar contendo altas densidades de iões positivos. Uma vez que os iões negativos são capazes de reverter os efeitos de iões positivos, acelerando o ritmo a que a serotonina é oxidado.

Em geral, a exposição ao ar ionizado negativamente demonstrou aumentar a oxigenação dos pulmões, a capacidade vital, e a atividade ciliar. Também poderemos experimentar uma normalização das atividades das glândulas endócrinas, que desempenham um papel importante na redução dos efeitos do stresse.

Estudos de ondas cerebrais mostram um aumento na amplitude do cérebro com melhor capacidade de pensamento, uma mudança de atividade alfa para a área frontal do cérebro para uma melhor habilidade conceitual, e uma maior sincronização dos hemisférios cerebrais direito e esquerdo para um maior equilíbrio da personalidade. Seu corpo realiza uma normalização do metabolismo de vitaminas e um aumento na capacidade de trabalho estático, dinâmico e de resistência. Se você for uma mãe a amamentar será capaz de produzir mais leite de maior qualidade para o seu bebé.

Estamos a chegar a um tempo em que a todas as formas vivas de vida e também o nosso solo agrícola exigirão iões negativos para sobreviver, pois os iões negativos que se formam no ar entram em decadência alguns segundos depois de serem criados naturalmente.

Os iões negativos são tão necessários como a água e o ar para os seres humanos, animais e solo. Se existem sintomas e síndromes originários do envenenamento originados por toxinas lançadas por Chemtrails, eis, por outro lado, alguns dos diferentes aspetos e sintomas que podem ser ocasionados por excesso de iões positivos, resultantes dessas toxinas:

1. Artrite, mãos, pés, joelhos, pescoço – estes sintomas podem ir e vir.
2. Diversas doenças comuns.
3. Pressão arterial elevada.
4. Cancro.
5. A tuberculose pulmonar, asma, sinusite, enfisema pulmonar, pneumonia, doenças respiratórias
6. Neurite periférica. Doenças do sistema nervoso periférico.
7. Sintomas de stresse.


8. Os íons negativos podem ajudar a matar as bactérias e vírus. Os íons positivos incentivam os mesmos.
9. Instabilidade mental, psicose, mania, a raiva, o pensamento nublado.
10. Laringite.
11. Tosse seca..
12. Alergias / febre do feno.
13. Depressão, pensamentos suicidas, psicose, manias.
14. Náuseas, mal-estar geral.
15. Explosões de raiva na condução, agressividade em geral, disparar armas de fogo por raiva.

As energias nefastas

Sabe-se também que, por tradição, certos povos tais como os índios americanos tinham como ritual antigo purificar o ambiente e pessoas através da queima de incensos ou defumações com plantas tais como a Salva, o Cedro, Zimbro, ou o Feno-de-cheiro, entre outros. Um ancião da Nação Apache quis verificar esta técnica de purificação em laboratório com a ajuda de cientistas e descobriu-se que o fumo das ervas tinham o potencial de agarrar o ião positivo – uma carga elétrica na molécula do ar e, de a anular ou de a levar para o exterior dum espaço, devendo para o efeito permanecer uma brecha do aposento aberto. Compreende-se por aqui que certos incensos e defumações de qualidade anulam os iões positivos através de iões negativos, ficando provado que queimar certas plantas caçam os iões indesejáveis, os – considerados pela crendice – de “maus espíritos”. As energias de natureza pesada, nefastas, maléficas ou nocivas têm necessidade de um veículo para as transportarem. Este veículo é o ião positivo que encontramos na molécula do ar…

Segundo certas crenças antigas, estas energias de natureza nefasta atraiam maus pensamentos, desgraças e malefícios… Algo que não me parece estar assim tão longe da verdade atual… Na realidade, encontramos o índice de certas doenças a aumentar, bem como o de suicídios entre a população. Também o de mortes mais rápidas em pessoas mais idosas ou frágeis… e na realidade, nenhum destes acontecimentos tem a ver só com a crise económica, embora tal pareça…

Em certas zonas do planeta nota-se bem que houve um aumento da agressividade, da calamidade e da guerra…

É claro que somos seres empáticos e, pela lei da atração, atraímos também os acontecimentos semelhantes daquilo que pensamos e acreditamos. Tal como os iões, naquilo que concentramos a nossa mente – medos, frustrações, letargia, desânimo, raivas, tristezas, etc. – são também produtos mentais humanos (químicos) que atraem desgraças e malefícios para a vida de quem alimenta tão negativas emoções e não só… A outra realidade é que nós somos produto daquilo que comemos, pensamos, respiramos e fazemos (ou não fazemos). Ou seja, somos também um computador químico, composto por cerca de 70% de água, que tem um efeito transmissor e empático em muitas vertentes… algo desconhecidas ainda.

Já agora, à parte de toda esta questão – com tanta poluição a ser lançada diariamente, não me parece que seja suficiente só o método de ritual antigo de defumação de plantas, para limpar todo o nosso planeta e a nós próprios. O que é que acha?…

Aconselhava a desintoxicar-se e a alimentar-se mais corretamente, a fazer algum exercício físico regularmente, a apanhar o máximo de ar puro na natureza de vez em quando, a não entrar em níveis de stress elevados (pois o corpo já está stressado de tanta poluição), a cuidar do corpo e da mente. Tenha cuidado com químicos laboratoriais (produtos de higiene e limpeza, medicamentos), aditivos nos alimentos. Não coma alimentos geneticamente modificados (OGMs). Informe-se sobre a alimentação adequada consoante o seu grupo sanguíneo, segundo o Dr. Peter J. Adamo, mas tenha em atenção que a alimentação animal em geral tem OGMs, produtos farmacêuticos e aditivos. Prefira peixe de alto mar a carne. Evite o mais possível fontes de radiação eletromagnética (não estar com telemóveis ligados junto ao corpo nem dormir com eles no quarto, substituir wireless por cabos em casa, substituir telefones sem fios por aqueles que têm fios, etc.). Informe-se sobre a Geopatia e outras fontes de radiação e campos eletromagnéticos negativos. Ouça os sinais do corpo – este é o momento para parar e cuidar de si.

Se possível adquira aparelhos ionizadores e purificadores para interiores de espaços, bem como orgonites (para equilibrar as frequências ELF do seu meio ambiente interior e exterior).

Se for um daqueles casos em que sofra dum sintoma sem nenhuma causa física, algum bloqueio ou conflito psicológico, ou mesmo tenha uma doença que acredita poder ser tratada para além da medicina alopática, experimente as terapias naturais, nomeadamente a Terapia Regressiva de Memória, para ir à causa do seu problema e resolvê-lo. O seu corpo sabe tudo sobre si próprio e tem capacidades regenerativas inconscientes. Basta ir à origem e tratar.

Em relação às fontes de poluição (tal como os Chemtrails, fontes de radiação com antenas de telemóveis, HAARP, etc.) seja unido nos grupos contra estes meios poluentes e seja ativo: informe os outros, inscreva-se em tudo que seja possível nas iniciativas de grupo, pesquise e informe-se, participe, mesmo que em blogues internacionais sobre esta matéria. Contacte os meios de informação (rádios, jornais, etc.). Caso conheça alguém nos meios de comunicação disponível, mas não se sinta à vontade para falar sobre esta matéria em público, não se preocupe. Há quem o faça por si – bastará falar comigo, por exemplo. Faça o que lhe for possível para informar mais pessoas… mas sem stress.



OS SAPATOS COM SOLA CONDUTORA
Mariano Bueno
Presidente do GEA - Espanha

“Os pés na terra e a cabeça nos céus”, poderia ter sido o título deste artigo que está centrado na importância de manter permanente e correta troca elétrica entre o corpo, o ar – a atmosfera – e a terra, para poder conseguir um adequado equilíbrio físico e mental que nos permitam gozar de uma saúde plena e satisfatória.
Ao simplificarmos os conceitos, vemos que o problema central da forma de se vestir e calçar atual tem como ponto comum desfavoravelmente para a saúde, ao deficiente e incorreto intercâmbio elétrico com o meio em que vivemos, o que provoca claras disfunções no nosso bioeletromagnetismo corporal e que freqüentemente se traduz em incremento de nervosismo, estresse, cansaço, “esgotamento exagerado” e uma série de outras disfunções biológicas, matabólicas e nervosas que poucas vezes e nunca estão associadas ao tipo de calçado com que protegemos os nossos pés e a roupa que nos cobre.
O corpo humano funciona mediante complexos mecanismos eletrobioquímicos, e de fato, a maioria das funções vitais, visto que um pensamento e a ação de realizar um esforço muscular, associam uma senha elétrica de debilíssima intensidades desencadeantes de reações bioquímicas que dariam como resultado uma imagem mental e a capacidade de levantar 15 kg de peso. De fato, sem eletricidade não há vida e é fato apreciável 
no cotidiano, nos eletrocardiogramas e eletroencefalogramas, que se empenham como marcadores da saúde física e mental de uma pessoa, e conseqüentemente, é o cerne dos sinais em tais marcadores são considerados como a morte clínica de um ser humano.
Uma vez que tenhamos claro que a eletricidade forma parte indispensável associada com os processos bioquímicos de toda a vida, a pergunta segue sendo, como geramos a eletricidade em nosso corpo? Como a mantemos? E como a regulamos e a troca com o meio?
Geramos a eletricidade mediante a atividade física, através da “câmara de eletricidade” que se produz com a pressão dos ossos e também 
obteremos eletricidade através das reações químicas internas, dos alimentos ingeridos, do ar respirado e do contato com a eletricidade armazenada na terra e a presente na atmosfera.
Mantemos um adequado nível elétrico corporal, mediante a correta gestão dos corpos: exercício regular, este pode ser moderado, mas há a necessidade de se mover o corpo; correta alimentação – há alimentos vitalizantes e recarregadores de bioeletricidade e outros desvitalizadores e por conseqüente desvitalizantes, e com a adequada e regular respiração que deve ser a união do ar são e bem ionizado.
E regulamos a troca da eletricidade corporal com o meio, mantendo um adequado contato cutâneo com o solo e o ar.
Este é o tema principal do presente artigo, e que devemos centrar na importância da correta e permanente troca elétrica corpo-ambiente, e não há o que considerar mais importante que a atividade física, a alimentação saudável e a correta e positiva atitude mental, ante a vida senão por que este tema é suficientemente desconhecido e importante como para merecer uma preocupação especial da nossa parte.
A importância de andar descalça – especialmente sobre a relva – já havia sido indicada por médicos e terapeutas de todas as épocas e se recomenda fazê-los por cerca de cinco minutos antes de ir dormir, e as pessoas nervosas que custa pegar no sono e descansar placidamente. Este fato se deve a que ao pisar com os pés descalços no solo úmido descarregamos na terra o excesso de eletricidade estática corporal acumulada 
durante o dia. Algo similar podemos obter com uma ducha de água fresca, apesar de que na prática não se consegue os mesmos resultados do que pisando descalço na relva e na terra úmida.
A esta questão deveríamos centrar na pergunta em porque nos carregamos? E de como regular corretamente e como evitar carregar-se excessivamente da eletricidade estática?
É aqui que nos damos conta de que as peças do vestuário que nos cobrem e o calçado que colocamos em nossos pés têm um importantíssimo e decisivo papel. Visto que podemos nos carregar com a eletricidade do meio, sobretudo quando trabalhamos com aparatos e equipamentos elétricos e este não estando bem aterrados, é certo que se nosso calçado for um condutor elétrico, esse excesso de eletricidade exterior seria desviada através de nossos pés para o solo, a terra.
Por desgraça da grande maioria dos calçados atuais não permite este correto intercâmbio elétrico; as solas de plástico, borracha, etc. são excelentes isolantes térmicos que podem muito bem servir para os eletricistas profissionais, que dados ao risco de seu trabalho, necessitam de isolamento e proteger-se das desagradáveis e perigosas descargas elétricas que podem sofrer em sua atividade laboral. Mas para a grande 2maioria do resto de nós mortais, (desculpe a redundância), essa permanente desconexão com a eletricidade terrestre, supõe um fator de estresse e sobretensão corporal que pagamos com desarreglos físicos e mentais, que quase nunca associamos ao fator “incorreta toma de tierra corporal”.
A roupa que cobre nosso corpo também faz o seu papel como equilibrador e desequilibrador, pois a maioria das fibras naturais – sobretudo o algodão – são neutras e antiestáticas; em troca a maioria de fibras sintéticas são altamente eletroestáticas e geram com o roçar e o movimento milhares de volts que percorrem o corpo sobrecarregando-o.
O organismo busca uma via de descarga de seus excessos de eletricidade e se encontra com o que há de mais fácil, habitual e efetiva se está bloqueada, pois os pés repousam sobre o solo entre eles e a terra, tem interposto uma substância plástica isolante que impede a troca da descarga quando em excesso.
Estes fenômenos sobre tensão elétrica corporal podem agravar-se se esta chegar a um ponto em que superem os 35.000 V/m e a partir daí o contato da mão – ou de qualquer zona externa – com uma superfície muito condutora como o metal, provoca as súbitas descargas elétricas, 
podendo inclusive provocar o desagradável efeito corona, com a conseguinte e impressionante sensação de “chicote elétrico” que se sucede de forma habitual a muitas pessoas.
Estas sobrecargas elétricas se agravam quando nós pisamos ou temos contato com fibras e materiais sintéticos – carpetes, solos plastificados, sintéticos, etc. – pois estes materiais não permitem a troca elétrica, ou seja, a descarga, sendo que seu atrito incrementa o campo elétrico e eletrostático em torno do corpo humano.
Por tudo isso, não é de estranhar que a maioria dos trabalhadores atuais sofre de estresse e nervosismo generalizado, ale, é claro da conseqüência dos mesmos: fadiga crônica, depressão, etc. Isto se deve a que os ambientes de trabalho estão sobrecarregados de eletricidade e a forma de se vestir e os calçados não ajudam a regular a mesma e simplesmente a descarregar os excessos.
Também se dão a situações extremas de perigos no trabalho associados a estes fenômenos, e é o caso de uma secretária que sai do trabalho 
carregada com um certo número de peças em P.V.C. pelo corpo, e se dirige a um dos armazéns de uma fábrica de solventes, com uma blusa e saia totalmente sintéticas e os sapatos com solas de plástico; enquanto se desloca no local vai se carregando de eletricidade estática, com atritos nas peças de P.V.C., com as fibras do tecido, e esta não pode descarregar-se até que ao chegar perto de uma das máquinas que tem ligação da 
corrente elétrica com a terra. A faísca elétrica – por efeito corona – que salta do braço da secretária em direção ao ferro da máquina, provoca um incêndio súbito em todo o armazém de dissolventes. Isto aconteceu de fato há alguns anos na Colômbia e narra-se como um episódio claro e eloqüente do problema estabelecido, ainda assim o que deve nos preocupar não são tanto as sobrecargas exatas, e sim o bloqueio crônico e permanente que podemos sofrer por uso constante de peças sintéticas e calçados isolantes elétricos.
No momento em que escrevo este artigo tenho conhecimento de duas marcas comerciais que tem lançado no mercado sapatos “condutores e antiestáticos”, uma delas apresenta uma linha de calçado anatômico e antiestático destinado a profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e terapeutas em geral. A outra empresa, que levou vários anos pesquisando e desenvolvendo protótipos, encabeçando estas pesquisas Guillem 
Ferrer, proprietário da empresa, com a assessoria direta do GEA. De momento o resultado da saída do mercado são os sapatos de última geração, 
totalmente condutores e antiestáticos e fabricados com materiais ecológicos, reciclados e recicláveis.
O que os fabricantes querem é estender a experiência ao resto da gama de produções que são comercializados.É uma pena, contudo termos conhecimento de que estes sapatos estão vendendo muito bem simplesmente porque os compradores gostam e 
não porque estes sejam que a sola é condutora elétrica e antiestática. Isso se deve a que as pessoas não estão informadas dos benefícios de tais solados nem dos prejuízos para a saúde das solas de sapatos isolantes, inclusive geradores da nefasta eletricidade estática.
Paralelamente, existem várias empresas dedicadas à fabricação de solados e materiais para os calçados que sejam condutores elétricos. Inclui-se aí uma grande indústria de borrachas que está fabricando vários tipos de solados condutores e realizando contatos com grandes empresas de calçados para que utilizem este tipo de materiais.
Realmente se agradecem todas estas iniciativas e o nosso desejo é de que outras marcas de calçados se aliem a adotar estas possibilidades como um elemento a mais de sua oferta, ampliando o campo de ações como as que levam a cabo marcas conhecidas como a Nike que está eliminando o P.V.C. de todos os solados de seus calçados esportivos.
Nossa saúde e todo o planeta agradecerão




TRANSFORMADORES E ANTENAS ELEVAM O RISCO DE CÂNCER
Os oncologistas, especialistas em câncer, dizem claramente: “As radiações eletromagnéticas de baixa freqüência devem ser considerados como agentes potencialmente carcinógenos para os humanos e, sem alarmismos, se devem evitar as exposições desnecessárias guardando as distâncias prudentes”.
Assim se recorre a um artigo publicado na revista Espanhola de Pediatria por doutores do Hospital de La Fé, em Valência, na Espanha, entre os que se encontra Josep Ferris, facultativo especialista em Oncologia pertencente ao departamento que está tratando crianças com câncer do Colégio Penyagolosa de Burriana, e coordenador da Unidade de Saúde do Meioambiente Pediátrica de Valência, na Espanha.
Para o Doutor Ferris, os cânceres, e em geral qualquer enfermidade, “não se dão por magia ou azar, sempre tem uma causa”. Neste sentido, em relação aos cânceres de Penyagolosa, o oncologista comenta que “as crianças com uma constituição vulnerável, a exposição a fluxos eletromagnética superiores a 0,2 microteslas apresentam maior risco de desenvolver câncer, e este risco aumentam quando se supera os 0,4
microteslas”. Segundo as medições que foram feitas e enviadas a Ayuntamento de Burriana, a emissão do transformador contíguo ao centro escolar é de 0,46 microteslas.
Outro aspecto que destaca o Doutor Ferris é que a maioria dos estudos cita “as leucemias agudas como o câncer que mais se relaciona com as exposições eletromagnéticas de baixa freqüência”. Três dos quatro casos diagnosticados na Penyagolosa de Burriana são leucemias, tal e como foi publicado neste periódico.
O Doutor Ferris explica que o corpo humano e suas células têm a capacidade de ir se adaptando ao meio ambiente, mas comenta que a evolução tecnológica tem sido tão rápida que “todavia não se tem desenvolvido mecanismos de defesa biológica ante estes fatores”. Ainda assim, afirma que “a radiação eletromagnética altera os funcionamentos das células, por sua maior ou menor medida, dependerá da vulnerabilidade do paciente e, as crianças, são os primeiros nesta lista”.
Os fatores ambientais são os responsáveis entre 85 a 96 % dos cânceres em crianças. Entre 15 e 4 % restantes se deve a fatores genéticos constitucionais.
Os oncologistas são partidários de afastar os transformadores e as antenas de telefonia móvel dos colégios, compreendem que chamamos de Princípio de Precaução e “antes de estabelecer cientificamente a relação causa efeito”.
Fonte: Revista do GEA / Espanha



















DICAS TERAPÊUTICAS -> DO-IN

Nós usamos as mãos para praticamente tudo, mas não sabemos da real importância delas, principalmente na medicina caseira.

Assim como o pé, cada mão tem cerca de 7200 terminações nervosas. De acordo com os princípios da medicina chinesa, as mãos e os pés são a representação em miniatura do corpo humano, tendo "zonas reflexas" de todos os nossos órgãos.

Assim, na mão direita temos, por exemplo, a zona reflexa do fígado, na mão esquerda a do estômago e do coração e, em ambas as mãos, da coluna vertebral, dos vasos linfáticos, dos intestinos, dos brônquios, etc...

Aplicando a técnica do Do-in, através de massagem ou pressão em determinadas áreas é possível localizar a tensão e restaurar o equilíbrio de cada um de nossos órgãos.

Exemplos:
Se você pressionar a área correspondente do reflexo para os rins, isso pode ajudar a diminuir a retenção de líquido.
Para combater a insônia: una as mãos como se você fosse rezar, mas tocando apenas a ponta dos dedos. O segredo é fazer uma boa pressão, de 10 a 15 minutos.

IMPORTANTE: O Do-in não é uma cura, mas sim um estímulo para acalmar o problema… Por isto, assim que puder, visite o seu médico.


A PARTÍCULA DE DEUS



Radiestesia - neutralização da energia do celular pelo gráfico radiônico SCAP



31/05/2011 - 14h00
OMS anuncia que celular pode aumentar risco de câncer
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 COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A radiação de telefones celulares pode causar câncer, anunciou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta terça-feira. A agência lista o uso do telefone móvel como "possivelmente cancerígeno", mesma categoria do chumbo, escapamento de motor de carro e clorofórmio. A informação foi publicada no site CNN Health.
Antes do anúncio de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde.
"Vamos esperar os cadáveres para agir contra o celular?", questiona pesquisadora
Pesquisa liga proximidade de antena a maior risco de câncer
Fabricantes contestam cientista sobre riscos do celular à saúde
"Faltam mais estudos que provem riscos do celular", diz oncologista Paulo Hoff
Aparelho celular é só uma das fontes de ondas nocivas, lembra médico
Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares.
A equipe encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para os seres humanos."
Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.
O tipo de radiação que sai de um telefone celular é chamado de não ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.
"O que a radiação do celular faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro", disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles.
A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos --ou causadores de câncer-- para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; não classificados quanto ao risco de câncer para o homem; e provavelmente não cancerígeno para os seres humanos.
O tabaco e o amianto estão na categoria "cancerígeno para os seres humanos". Chumbo, escapamento do carro e clorofórmio estão listados como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".
O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.
A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabaco, o amianto e a gasolina.
O líder de um instituto de pesquisa do câncer da Universidade de Pittsburgh enviou um memorando a todos os funcionários, pedindo a diminuição do uso do celular por causa de um possível risco de câncer.
A indústria de telefonia celular afirma que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.
O anúncio de hoje pode ser um divisor de águas para as normas de segurança. Os governos costumam usar a lista da Organização Mundial de classificação de risco cancerígeno como orientação para as recomendações de regulamentação ou ações.
 Ivan Luiz/Arte

Médicos Oncologistas Advertem contra o uso do telefone celular por crianças
29 de julho de 2008 - Canwest News Service - de Tiffany Crawford
Um proeminente especialista em câncer nos EUA está acautelando os pais a limitar o uso de telefones celulares por crianças a emergências porque ele afirma que a energia eletromágnetica que o celular emite provavelmente penetre os cérebros de uma criança mais profundamente do que aquele de um adulto.
Esta afirmação segue os caminhos de avisos similares recentemente divulgados por especialistas canadenses que sugerem que crianças abaixo dos dez anos usem as linhas comuns o máximo possível e limitem as conversas em celulares a curtas e infrenquentes chamadas.
Dr. Ronald B. Herberman da Universidade de Pittsburgh, Instituto do Câncer, juntamente com uma equipe de especialistas internacionais, tem postado um relatório no website da universidade pedindo que as pessoas tomem precauções no uso dos telefones celulares.
“Os órgãos em desenvolvimento de um feto ou criança são mais prováveis de serem sensíveis a qualquer efeito possível da exposição a campos eletromagnéticos”, disse Herberman em uma das recomendações de seu relatório.
“Não permitam que as cianças usem um telefone celular, exceto para emergências.”
A Saúde do Canadá diz que não há evidência científica que já mostre uma ligação entre o uso do telefone celular e o desenvolvimento do câncer.
“Até agora, não há evidencia convincente, de estudos animais ou humanos, que a energia dos telefones celulares seja suficiente para causar sérios efeitos na saúde, tais como cancer, crises epilépticas ou desordens do sono”, diz a agência federal em seu website.
Segundo Herberman, o problema é que o tecido vivo é vulnerável a campos eletromagnéticos dentro das bandas de frequência usadas pelos telefones celulares. Ele argumenta que as crianças tem uma taxa de absorção mais alta porque seus cérebros ainda estão se desenvolvendo.
Herberman acredita que porque os estudos ainda “não mostrem claramente que eles são perigosos” as pessoas devem considera-los um risco potencial à saúde. Ele não advoga a erradicação dos telefones celulares, mas sim que se reduza a exposição. Algumas recomendações incluem o uso de fones de ouvido, não mantendo seu telefone perto de seu corpo e usando a mensagem de texto sempre que for possível.
Os especialistas também aconselham evitar usar um telefone celular quando o sinal esteja fraco ou quando se movimentando em alta velocidade, tal como em um carro ou trem, porque isto aumenta a energia ao máximo, quando o telefone repetidamente tenta se conectar a uma nova antena de transmissão.
Em junho, a Saúde Pública de Toronto pubicou um relatório de um oficial de saúde médica recomendando que os pais limitem o acesso das crianças ao telefone celular.
“A pesquisa que está disponível sugere que as crianças sejam mais provavemente mais vulneráveis que os adultos”, conclui o relatório.
A Saúde de Toronto também está recomendando que as crianças usem as linhas telefônicas comuns e aparelhos que deixem as mãos livres sempre que possível .

COMPARAÇÃO TÉRMICA NO USO DE TELEFONE CELULAR MÓVEL OU APÓS 15 MINUTOS

Os telef...ones móveis aumentam a temperatura do cérebro em 2 ou 3 graus a uma freqüência de 1,9 gigahertz ("Ciência e Vida" Não 949m m janeiro de 2004), Isso significa que reverte a polaridade de 1900 milhões de vezes por segundo! Imagine um martelo batendo suas células 1,9 vezes por segundo e tem uma idéia do que realmente acontece no nível celular ao usar um telefone celular.

Um estudo de ratos expostos à um telefone móvel de 30 minutos um dia durante 15 dias, tem mostrado que os seus cérebros mostraram os mesmos sintomas que iria mostrar se eles estavam sofrendo doença de Alzheimer. Se as crianças são ou usar um telefone comum, eles podem desenvolver a doença na idade de 30 anos! (D Leif Salford, da Lund University Hospital, Suécia).

Como funciona a radiação dos telefones celulares?
















Introdução

Em sua operação básica, os telefones celulares têm que emitir uma pequena quantidade de radiação eletromagnética. Sabemos que os telefones celulares emitem sinais via ondas de rádio que são compostos de energia de radiofreqüência (RF), uma forma de radiação eletromagnética.

Hoje se fala muito na mídia sobre se os telefones celulares emitem ou não radiação suficiente para causar efeitos nocivos à saúde. A preocupação é que os telefones celulares costumam ficar próximos à cabeça durante o uso, fato esse que coloca a radiação em contato direto com o tecido da cabeça. A discussão ainda gera bastante controvérsias.

Fonte de radiação

Quando falamos ao celular, um transmissor capta o som de nossa voz e o codifica em uma onda senoidal contínua. Uma onda senoidal é apenas um tipo de onda continuamente variável que se irradia da antena e flutua com uniformidade pelo espaço. Ondas senoidais são mensuradas em relação à freqüência, que é o número de vezes que uma onda oscila para cima e para baixo por segundo. Depois que o som codificado é transformado em onda senoidal, o transmissor envia um sinal à antena que, então, o emite.






















A radiação em telefones celulares é gerada no transmissor e emitida pela antena.



Os celulares contêm transmissores de baixa potência. A maioria dos telefones para carros tem uma potência transmissora de 3 watts. Um telefone celular opera com cerca de 0,75 a 1 watt de potência. A posição de um transmissor dentro do telefone varia segundo o fabricante, mas em geral ele fica próximo à antena do aparelho. As ondas de rádio que enviam o sinal codificado são compostas por radiação eletromagnética propagada pela antena. A função de uma antena em qualquer radio transmissor é lançar as ondas de rádio ao espaço; no caso dos telefones celulares, essas ondas são captadas por um receptor na torre de telefonia celular.

A radiação eletromagnética é composta por ondas de energia elétrica e magnética que se movem à velocidade da luz, de acordo com a Comissão Federal de Comunicações (FCC- Federal Comunication Commission - EUA). Toda a energia eletromagnética cai em algum ponto do espectro eletromagnético, que varia desde a radiação de freqüência extremamente baixa (ELF) até os raios X e gama.

Ao falar ao telefone celular, a maioria dos usuários o encosta à cabeça. Nesta posição, há uma boa chance de que parte da radiação seja absorvida por tecido humano.

Riscos potenciais para a saúde

No final da década de 1970, surgiu a preocupação de que os campos magnéticos de linhas de transmissão causassem leucemia em crianças. Estudos epidemiológicos subseqüentes não encontraram nenhuma ligação entre o câncer e as linhas de transmissão. Um novo alarme sanitário relacionado à tecnologia cotidiana é o potencial dos danos radioativos causados por celulares. Estudos sobre a questão continuam contraditórios. Todos os telefones celulares emitem uma certa quantidade de radiação eletromagnética. Dada a proximidade entre o fone e a cabeça, é possível que a radiação cause algum tipo de dano aos usuários. O que está sendo discutido no cenário científico e político é exatamente a quantidade de radiação que é considerada nociva, e se há algum efeito potencial em longo prazo causado pela exposição à radiação dos telefones celulares.

Há dois tipos de radiação eletromagnética:

• radiação ionizante - esse tipo de radiação contém energia eletromagnética suficiente para arrancar átomos e moléculas do tecido e alterar reações químicas no organismo. Raios gama e raios X são dois exemplos de radiação ionizante. Sabemos que são prejudiciais, e é por isso que usamos um colete de chumbo quando somos expostos a raios-X;

• radiação não ionizante - de modo geral, é segura. Ela causa um efeito de aquecimento, mas em geral não o suficiente para resultar em algum dano ao tecido a longo prazo. A energia de radiofreqüência, a luz visível e a radiação de microondas são consideradas não ionizantes.

Em seu Web site, o FDA declara que "os indícios científicos disponíveis não demonstram quaisquer efeitos adversos à saúde associados ao uso de telefones móveis". Contudo, isso não significa que o potencial para o mal não exista. Segundo a FCC, a radiação pode danificar o tecido humano se este for exposto a níveis elevados de radiação RF (radiofreqüência). A radiação RF tem a capacidade de aquecer o tecido humano do mesmo modo que os fornos de microondas aquecem os alimentos. O dano ao tecido pode ser causado pela exposição à radiação RF porque nosso corpo não está preparado para dissipar quantidades excessivas de calor. Os olhos são especialmente vulneráveis devido ao pequeno fluxo sangüíneo nessa área.

A preocupação com a radiação não ionizante, como a dos telefones celulares, é que ela poderia causar efeitos a longo prazo. Ainda que ela não cause mal imediato ao tecido, os cientistas ainda não sabem ao certo se a exposição prolongada pode criar problemas. Trata-se de uma questão muito delicada, já que cada vez mais pessoas estão usando telefones celulares.

Eis algumas doenças e distúrbios potencialmente vinculados à radiação de telefones celulares:

• câncer
• tumores cerebrais
• doença de Alzheimer
• doença de Parkinson
• fadiga
• dores de cabeça
• problemas de infertilidade
• conjuntivites
• catarata
• glaucoma
• leucemia

Os estudos apenas complicaram ainda mais a questão. Assim como acontece com a maioria dos tópicos polêmicos, diversos estudos apresentam resultados contraditórios. Alguns dizem que os telefones celulares estão vinculados à ocorrência mais elevada de câncer e outras doenças, enquanto outros concluem que os usuários de celulares não têm índice mais elevado de câncer do que a população em geral. Até hoje, nenhum estudo proporcionou provas conclusivas de que os telefones celulares podem causar qualquer uma dessas doenças. Contudo, há estudos em andamento que analisam a questão com mais detalhes.

Em níveis elevados, a energia de radiofreqüência pode aquecer rapidamente o tecido biológico e causar danos como queimaduras, segundo um relato recente do U.S. General Accounting Office um órgão congressional apartidário que faz auditoria em programas federais. O relatório declara que os telefones celulares operam com níveis de potência abaixo do ponto em que ocorreriam esses efeitos gerados pelo calor. A quantidade de radiação emitida pelos aparelhos é, na verdade, mínima, e o governo federal dos EUA limitam a quantidade de radiação que um celular pode emitir.

Texto retirado da página: http://eletronicos.hsw.uol.com.br/radiacao-dos-telefones-celulares.htm dia 1/09/07

Celulares e Problemas de Saúde



Texto segundo Renato Sabbatini

Recentemente, algumas notícias na imprensa voltaram a alarmar os usuários de telefones celulares. O sistema funciona, como todo mundo sabe, à base de ondas de rádio de altra freqüência, e as notícias alegavam que a exposição constante das pessoas a esta radiação causaria prejuízos à saúde. Dependendo da escala de gravidade dos supostos efeitos, eles iriam de uma simples dor de cabeça, ou de aparecimento de tiques e de zumbido nos ouvidos, até o câncer, a leucemia e as malformações fetais.

Com as noticias, houve uma verdadeira explosão de vendas de fones de ouvido para celulares, pois as autoridades de saúde do Reino Unido, impressionadas com o alarde, emitiram recomendações sobre seu uso, de modo a manter o aparelho celular o mais longe possível da cabeça da pessoa. O que o pessoal não sabe é que esse recurso pode até aumentar a radiação levada até a cabeça, e não diminuir como apregoa a recomendação! Portanto, não se precipite em comprar um. O tamanho e a disposição dos fios tem um efeito muito grande sobre a intensidade da radiação, e um fio mais longo acaba agindo como antena e amplificando o sinal.

Outro caso foi o de uma empresa que vende uma blindagem para celulares (uma espécie de capa metálica, que supostamente bloqueia as radiações), e que desencadeou uma verdadeira "blitz" de comunicados de imprensa pela Internet, enviando para jornalistas notícias sobre pesquisas científicas em todos os cantos do planeta que estariam descobrindo evidências sobre os males causados pelos celulares. Trata-se de uma mal-disfarçada técnica de propaganda, evidentemente, mas alguns órgãos de imprensa parecem ter sido incapazes de discriminar isso, e reproduziram muitas das notícias.

O que existe de verdade em tudo isso?

O resultado de todas as pesquisas científicas sérias publicadas até agora tem sido praticamente unânime: não existem evidências confiáveis de que haja qualquer efeito nocivo dessas emissões sobre seres humanos, pelo menos no nível de potências de emissão tipicamente encontradas no uso normal dos aparelhos.

Curiosamente, a população (e os alarmistas) acha que as antenas das estações rário-base (ERBs) são as maiores culpadas. Em São Paulo, em Campinas e em outras cidades, várias pessoas começaram a relatar alterações na saúde, depois que a imprensa levantou algumas suspeitas e opiniões. Casos de alergia, insônia, diarréia, alterações na pele e queda da resistência imunológica foram relatados, embora não se soubesse se eram devidos à proximidade das antenas celulares.

No entanto, todos os órgãos técnicos, e até os médicos mais radicalmente contra os celulares, descartam qualquer efeito possível das antenas. O motivo é simples: elas irradiam com baixa potência e intermitentemente, em várias direções. A intensidade das ondas eletromagnéticas de uma antena típica, de 15 a 20 m de altura, é de apenas 0,02 miliwatts por centímetro quadrado na altura do chão, e cai para 500 vezes menos a distâncias de 30 a 40 metros da antena. Essa intensidade eqüivale aproximadamente à de uma emissão comum de TV ou rádio. Os limites de segurança determinados por lei, que são baseados nas determinações da rigorosa FCC para os telefones celulares são de 1.000 a 5.000 vezes maiores do que irradiam as antenas modernas. Conclusão: a não ser que você suba em uma antena de ERB e fique por lá por umas horas, nenhuma antena de celular tem potência suficiente para causar qualquer efeito mensurável sobre organismos vivos. Mesmo se alguém morar à uma distância pequena (cerca de 40 ou 50 metros), o total cumulativo de ondas eletromagnéticas que recebe por ano é muito pequeno.

Quanto aos telefones celulares propriamente ditos, parece ser mais provável que eles tenham um efeito nocivo, pois afinal encostamos o aparelho à cabeça para poder falar, na maioria das vezes. Cerca de 25% das emissões eletromagnéticas de saída passam por dentro do nosso cérebro. No entanto, novamente, a maioria dos estudos realizados, tanto experimentais, quanto epidemiológicos (incidência de câncer em usuários de celulares) deu resultados totalmente negativos. Um estudo de um ano com 250 mil usuários americanos mostrou que a mortalidade geral e a incidência de todos os tipos de câncer é menor nessa população do que na de pessoas que não usam celulares (provavelmente porque têm maior poder aquisitivo). Aliás, em nenhum dos oito estudos epidemiológicos de alta qualidade realizados entre 1988 a 1992, foi demonstrada qualquer associação estatística significativa entre exposição à ondas e o aumento do risco de qualquer tipo de câncer ou leucemia.

A imensa maioria dos trabalhos com animais de laboratório, por sua vez, não conseguiu demonstrar que campos de radiofreqüência semelhantes aos da telefonia celular tenham qualquer efeito sobre o aparecimento de tumores ou maior taxa de crescimento de tumores já existentes, ou que ainda tenham efeitos genetóxicos (quebra do DNA em células) ou teratogênicos (causadores de malformações fetais), in vitro (em culturas de células) ou in vivo (em animais vivos). Os dados de mais de 100 estudos científicos sugerem que a RF não causa mutações diretamente, e que efeitos adversos aparecem somente em altíssimos níveis de potência, devido ao efeito de esquentamento, semelhante ao obtido num forno de microondas.

Sem dúvida, ainda existem algumas indagações, trazidas por alguns poucos trabalhos que dizem ter observado efeitos negativos. Pesquisas adicionais são benvindas e necessárias. Mas não parece haver razão para alarme. Use seu celular sem medo.

Endereço na WEb:http://www.sabbatini.com/renato/correio/medicina/cp010112.html

PERGUNTAS

1-)Quais são as doenças e distúrbios potencialmente vinculados à radiação de telefones celulares?
R: Câncer, tumores cerebrais, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, fadiga, dores de cabeça, problemas de infertilidade, conjuntivites, catarata, glaucoma e leucemia.

2-)O efeito biológico das exposições a radiações varia conforme dois tipos de radiação.Quais são elas? Explique.
R: Radiação Ionizante - esse tipo de radiação contém energia eletromagnética suficiente para arrancar átomos e moléculas do tecido e alterar reações químicas no organismo. Raios gama e raios X são dois exemplos de radiação ionizante. Sabemos que são prejudiciais, e é por isso que usamos um colete de chumbo quando somos expostos a raios-X.
Radiação Não Ionizante - de modo geral, é segura. Ela causa um efeito de aquecimento, mas em geral não o suficiente para resultar em algum dano ao tecido a longo prazo. A energia de radiofreqüência, a luz visível e a radiação de microondas são consideradas não ionizantes.

3-)Afinal, é verdade ou não que os telefones celulares causam danos a saúde?
R: Todos os telefones celulares emitem uma certa quantidade de radiação eletromagnética. Dada a proximidade entre o fone e a cabeça, é possível que a radiação cause algum tipo de dano aos usuários. O que está sendo discutido no cenário científico e político é exatamente a quantidade de radiação que é considerada nociva, e se há algum efeito potencial em longo prazo causado pela exposição à radiação dos telefones celulares. Os estudos apenas complicaram ainda mais a questão. Assim como acontece com a maioria dos tópicos polêmicos, diversos estudos apresentam resultados contraditórios. Alguns dizem que os telefones celulares estão vinculados à ocorrência mais elevada de câncer e outras doenças, enquanto outros concluem que os usuários de celulares não têm índice mais elevado de câncer do que a população em geral. Até hoje, nenhum estudo proporcionou provas conclusivas de que os telefones celulares podem causar qualquer uma dessas doenças. Contudo, há estudos em andamento que analisam a questão com mais detalhes


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